Diogo Vilela como Otelo (Ato 5, cena 2) – Trecho “É a causa, é a causa, minha alma”.

4 trechos: Ato 5, cena 2. Comentário de Barbara Heliodora. Em Chipre Otelo tem poderes absolutos; pune Cássio por ficar bêbado sem investigar as causas do incidente. O mesmo erro Otelo comete em relação à esposa: uma vez persuadido de que ela o traiu, ele age sumariamente de acordo com o que lhe parece ser a justiça. Ele mata por uma questão de princípio, para que Desdêmona não traia mais homens. Otelo pensa em termos de justiça, cada vez mais enredado no dilema e amor e ódio. Convencido da infidelidade da mulher, quando Otelo a vê deitada, dormindo, iluminada apenas por uma vela, de certo modo ela se apresenta como a Desdêmona perfeita, sem mácula, a quem amava e a quem precisa matar. O sofrimento, assim como o conflito amor/ódio, são manifestos.

Há 4 vídeos de Diogo Vilela como Otelo. São 2 vídeos com traduções diferentes para cada passagem: a passagem “É a cauda, causa…”com a tradução de Barbara Heliodora e com a tradução/adaptação de João Gabriel Carneiro e Leonardo Marona, utilizadas na montagem de Otelo, dirigida por Diogo Vilela e Marcus Alvisi; ” Uma palavra ou duas, por favor, fiz servicços ao estado”.

Esta entrada foi publicada em Artigos. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *